12/04/2014

Caminho de mesa Carla


Feito com fio Liza Brilho, da Círculo, e agulha n. 2,5.
Simples e rápido de fazer. 
Para o enxoval da Carlinha, minha ajudante.










Ótimos crochês!

Ana Maria



05/04/2014

Blusa colorida da Ana Maria


A famosa blusa colorida, usada pela Ana Maria Braga, me foi pedida por uma sobrinha muito querida.
E aí está.
A Patrícia, do blog Agulhas Fashion da Patty, também fez a peça e disponibilizou  um PDF bem prático de como confeccioná-la, veja  AQUI .







Ótimos crochês!

Ana Maria

29/03/2014

Gorro e cachecol com ponto raso de crochê


Estes dois trabalhos têm o mesmo ponto, diferente, que é ensinado em um vídeo  NESTE BLOG.
Traduzindo literalmente, é chamado de ponto camelo e de ponto raso

É feito com meio ponto alto, e na carreira seguinte, da forma como se pega a laçada da carreira anterior, forma-se a carreira de correntinhas em relevo. 

Não é o ponto em relevo que conhecemos, é outro, novo para mim.

A lã é de cone, um fio. 

No cachecol usei agulha n.3 e no gorro agulha n. 2.



Ótimos crochês!

Ana Maria


26/03/2014

Toalha de lavabo, bordada com ponto paralelo ou espiral e barrado de crochê com elos



Toalhinha de lavabo, bordada com um ponto novo, conhecido como  
ponto paralelo e também como ponto espiral.

É uma variação do ponto crivo, que eu não conhecia. Ele fica meio que tridimensional. Coloquei no meio do losango uma pérola miudinha.

Achei em minhas andanças pela internet, através deste vídeo AQUI.

E o barrado de crochê fiz com esses dois elos entrelaçados. 











19/03/2014

O Marco Civil e a neutralidade de rede


 Contra o Marco Civil e a neutralidade de rede

(Daniel Marchi  é economista graduado pela FEA USP Ribeirão Preto e membro do Instituto Carl Menger, em Brasília.)
"Muitas pessoas têm alertado para os perigos ocultos no projeto de lei em tramitação no Congresso chamado de Marco Civil da Internet (Projeto de Lei nº 2.126 de 2011) — que está na iminência de ser votado pela Câmara dos Deputados —, especialmente no que diz respeito às ameaças reais de cerceamento da liberdade de expressão.
No entanto, uma questão não menos controversa e bastante perigosa para o futuro da Internet é a chamada 'neutralidade de rede', ou Internet aberta.  O próprio relator do projeto, Dep. Alessandro Molon (PT-RJ), afirma que a neutralidade de rede é "o coração do Projeto de Lei".
Diante disso, este texto tem por objetivo (i) apresentar de forma simplificada os fenômenos concretos decorrentes da ideia de neutralidade de rede, (ii) expor os efeitos nocivos decorrentes de sua implementação compulsória pelo estado e (iii) tecer comentários acerca da proposta de Marco Civil da Internet.
Antes de explorar as redes de dados em si, permita-me recorrer a um exemplo que nos ajudará mais adiante. Suponha uma auto-estrada puramente privada, sem nenhum tipo de regulação estatal ou barreira à entrada de novos concorrentes.  São três faixas em cada sentido, ligando duas grandes cidades.  O proprietário dessa estrada pode extrair lucros de diversas formas: cobrando pedágio, alugando ou vendendo terrenos marginais, permitindo placas de publicidade.  Qualquer que seja a forma de obtenção de receitas, quanto mais veículos trafegarem por sua rodovia, maior será o fluxo de caixa gerado por cada uma das alternativas acima. Como se trata de uma auto-estrada, a velocidade de tráfego é importante para os consumidores.
O proprietário da estrada pode adotar diferentes soluções de gestão de tráfego, tais como: qualquer veículo pode trafegar por qualquer faixa; caminhões só podem trafegar nas duas faixas à direita; cobrança diferenciada de pedágio conforme o veículo e o horário.  Pode inclusive não cobrar nada de nenhum veículo, e não praticar qualquer política de gestão de tráfego.
Eventualmente, uma transportadora de grande porte, que utilizasse o trecho com frequência, poderia celebrar um contrato diferenciado com a auto-estrada.  Seus caminhões poderiam trafegar por qualquer faixa, a qualquer hora do dia, com pedágio livre, mediante, por exemplo, o pagamento de um determinado valor mensal.  Carros de passeio poderiam ter passagem livre pelo pedágio, desde que instalassem sensores e o pagamento fosse feito por meio de fatura mensal (como já acontece em muitas concessões de estradas no Brasil).
Enfim, o fato de a estrada ser uma propriedade privada permite que os gestores tenham liberdade para gerenciá-la da melhor forma possível.
O arranjo descrito no exemplo acima não aparenta problemas.  O proprietário voltado para o lucro está interessado em prover mais capacidade de tráfego, e não menos.  Como os usuários financiam direta ou indiretamente o serviço oferecido, é natural que os lucros sejam reinvestidos para a conservação do pavimento e para a expansão da capacidade de tráfego, não havendo, portanto, conflito entre os consumidores e o provedor da infra-estrutura.  Contratos diferenciados podem ser celebrados com usuários diferenciados, algo muito corriqueiro em qualquer ramo de negócio.  Mais ainda: ao contrário do que se pode imaginar, a empresa em questão não está livre para cobrar preços absolutamente impeditivos e "fazer o que ela quiser".  O fato de não haver qualquer restrição à entrada de novos concorrentes (outras rodovias, trens, dutos etc.) pressiona a mesma a fornecer serviços de qualidade e a preços competitivos (se é que será cobrado algum valor pelo tráfego).
Os ensinamentos fornecidos pela Escola Austríaca acerca do processo de mercado mostram que não há melhor controle do "poder de mercado" e das "práticas anti-competitivas" do que a livre concorrência.
As redes de dados — que num passado não muito distante prestavam outros serviços, como telefonia fixa, celular e TV por assinatura — não se diferenciam em essência do exemplo descrito acima, por mais complexo que seja o aparato técnico presente nas telecomunicações.  Elas são as rodovias.  Os provedores de conteúdo — ou geradores de tráfego — são sites, aplicativos, data-centers, serviços de video on demand, video streaming, voz sobre IP etc. Podem ser comparados com os veículos que trafegam pelas estradas.
Por fim, temos os consumidores finais, presentes em qualquer setor da economia.  Os indivíduos que trafegam pelas rodovias e que consomem os produtos que circularam por elas são análogos aos que leem notícias nos jornais eletrônicos, mandam e recebem e-mails, assistem a vídeos no celular ou em casa.
Com esse esquema em mente, podemos voltar para a questão da neutralidade de rede, ou, como preferem outros, da Internet aberta.  Pode-se definir uma rede neutra como aquela em que não há qualquer discriminação de tráfego com base em aspectos comerciais, técnicos ou de conteúdo.  Em outras palavras, uma situação em que nenhum bit deve ter prioridade sobre outro.  Em termos de engenharia este é um caso muito particular de arquitetura e gestão de rede.  
Os defensores da imposição da neutralidade de rede por meio de legislação estatal argumentam que esse é o único arranjo que permite a livre circulação de informações e a efetiva liberdade de escolha por parte dos usuários finais.  Ainda, sustentam que caso as empresas de infra-estrutura operem sem qualquer tipo de restrição, estas usarão todo seu "poder de mercado" para escolher qual tipo de conteúdo pode trafegar, para privilegiar os produtores de conteúdo ligados aos seus grupos econômicos e para dificultar a operação de pequenos geradores de tráfego.
Em um recente artigo publicado na Folha de S. Paulo, o Dep. Alessandro Molon (PT-RJ) apresenta sua defesa para a neutralidade de rede.  Segundo Molon, as empresas provedoras forçariam os consumidores a ter um contrato para e-mails, outro para vídeos, outro para redes sociais e assim por diante, cobrando preços cada vez mais caros, claro.
Evidentemente que sob um regime de livre competição, de respeito à propriedade privada e de liberdade de gestão empresarial esses temores não passariam de retórica política.  Quando os consumidores contratam um serviço de banda larga, eles querem ter acesso à Internet como um todo, e não a aplicações específicas, escolhidas pelas empresas.  Caso a prestadora com a qual está vinculado passe a praticar qualquer tipo de compartimentalização, restrição, boicote ou censura, rapidamente isso seria percebido, o que geraria ampla insatisfação entre os clientes.  A própria tendência a consumir os serviços de telecomunicações em formato de "combos" mostra como o mercado tem caminhado no sentido de simplificar e agrupar os contratos com os consumidores, ou seja, na direção contrária à apontada pelo deputado no artigo.
Reiterando, a não existência de qualquer tipo de barreira governamental para a construção e gestão de novas redes é crucial para a mitigação dos comportamentos contrários aos desejos dos consumidores.  Se existem indícios (os quais eu desconheço) do cenário tenebroso descrito pelo deputado, sua ocorrência se deve às restrições à concorrência e ao nada atrativo ambiente de negócios existente no Brasil.
Por outro lado, a imposição governamental da rede neutra implicaria uma série de consequências, a maioria delas não premeditada ou não esclarecida pelos proponentes.  E seria assim porque as propostas de neutralidade padecem de uma espécie de "falácia do nirvana": a ideia é definida em termos utópicos, algo como "todos os bits devem trafegar livremente por todas as redes, sem qualquer tipo de gerenciamento de tráfego".  Os desvios entre a realidade — sempre imperfeita — e o nirvana cibernético sonhado pelos partidários da Internet aberta serão usados como justificativa para as devidas "correções das falhas". Qualquer semelhança com a enganosa ideia de 'concorrência perfeita' não é mera coincidência.
A seguir, comento as três principais consequências nocivas decorrentes de leis que imponham a neutralidade das redes. Antes, porém, peço licença para transcrever todo o artigo do Projeto de Lei do Marco Civil da Internet que trata da neutralidade de rede." 


Art. 9º O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação.
§ 1º A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada por Decreto e somente poderá decorrer de:
I – requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações; e
II – priorização a serviços de emergência.
§ 2º Na hipótese de discriminação ou degradação do tráfego prevista no § 1º, o responsável mencionado no caput deve:
I – abster-se de causar dano aos usuários, na forma do art. 927 do Código Civil;
II – agir com proporcionalidade, transparência e isonomia;
III – informar previamente de modo transparente, claro e suficientemente descritivo aos seus usuários sobre as práticas de gerenciamento e mitigação de tráfego adotadas, inclusive as relacionadas à segurança da rede; e
IV– oferecer serviços em condições comerciais não discriminatórias e abster-se de praticar condutas anticoncorrenciais.
§ 3º Na provisão de conexão à Internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados, respeitado o disposto neste artigo.

LEIA MAIS CLICANDO NO LINK ABAIXO:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1815

Obrigada por ler e agradeço se comentar e compartilhar.

Ana Maria


15/03/2014

Meu tapete entrelaçado de crochê


Dias atrás eu vi um vídeo na internet com um lindo tapete verde, entrelaçado de crochê.

Lindo, mas para minha correria, tinha muitas etapas e muitas tiras para unir.

Queria fazer uma peça parecida e resolvi criar algo mais fácil e rápido.
Então saiu este tapete entrelaçado, feito de uma tela,  já com as  tiras da base, com o barbante Barroco Multicor 9059, da Círculo.
 E depois uma tira única, bem comprida,  de barbante felpudo Barroco Decore 921 da Círculo, que é entrelaçada passando pelos espaços da base, e pronto. 

Gostei do resultado.

Veja abaixo as etapas e os gráficos.











Fios Barroco Multicor  e Barro Decore da Círculo:



 Gráfico da base:



Gráfico da tira:



Ótimos crochês!

Ana Maria


12/03/2014

Resultado da promoção com duas sacolas de produtos para artesanato.

Vocês que me visitam, se lembram que eu lancei um sorteio/promoção, de duas sacolas com produtos para artesanato, em outubro do ano passado, mas logo cancelei, porque verifiquei que havia sido aprovada uma lei recente que criminaliza essa brincadeira. 
A lei eu publiquei  AQUI.

E agora resolvi sortear para as pessoas que conseguiram se inscrever, logo que lancei a promoção.
Procurei ser justa, de acordo com minha consciência.
Espero que me entendam. 
E as sorteadas sortudas são: 



1.Maria Cristina Teixeira
2.Cristina C.Sousa
3.Marli Amorim Neves
4.Carla Cremonesi
5.Andrea de Oliveira Almeida
6.Karina Sousa
7.Luciene Cristina







Parabéns às duas artesãs!!!

Òtimos crochês!

Ana Maria


11/03/2014

Contra o Marco Civil da Internet


Se você, como a maioria dos brasileiros, ainda não leu a versão do Marco Civil da Internet que foi ao plenário da Câmara, só estes artigos abaixo, o n.23 que está lá no finalzinho do documento, como quem não quer nada, são de arrepiar.
Sou contra a interferência maciça do Estado nas coisas do país.


Art. 9º O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicativo.

§ 1º A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada pelo Poder Executivo..........



Capítulo IV - DA ATUAÇÃO DO PODER PÚBLICO:


 Art. 23. O Estado deve, periodicamente, formular e fomentar estudos, bem como fixar metas, estratégias, planos e cronogramas referentes ao uso e desenvolvimento da Internet no País.







28/02/2014

Que seria esta peça fofíssima que eu ganhei de uma amiga?


Ganhei de minha amiga Flora, uma crocheteira de mão cheia!

E, sem saber, ela fez na cor que eu amo: o amarelo da listra.

Feita com uma base de tela de crochê em barbante, e depois os fios de lã Mollet são amarrados na tela.



Olha como fica por dentro:



O avesso da  peça:



E aqui a vassoura já vestida com a capa super fôfa para varrer pisos frios e de madeira.
Esta peça faz o maior sucesso aqui na cidadezinha de Alvorada- TO, onde moro.




Ótimos crochês!

Ana Maria


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